Cá estou eu na minha caminha escrevendo para vocês. Tinha que ser agora!
Acabei de voltar do casamento do Marcelo e da Mariana. Lembram do post
Hoje é dia de festa!? Então, hoje foi o grande dia! E foi bem legal!
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M&M e Laica |
O casamento foi daqueles bem tradicionais, com direto a um monte de padrinhos e madrinhas, araltos, coral e orquestra. Tudo muito bonito.
A Mari estava simplesmente linda! Vestido branco com uma enorme calda, véu longo, buquê de orquídeas lilás. Um luxo!
O Má, além de super emocionado (ele chorou um montão...), também estava lindinho com um lenço e um pin "charmosézimo". E tão contente!
A festa foi divertida, com comidinhas e bebidinhas deliciosas e um DJ bom D+!
O mais legal: o clima! Já fui em muitos casamentos, mas esse, em especial, assim como o chá-bar, tinha uma áurea de amor, amizade e harmonia em torno de tudo e todos.
Os noivos cumpriram o protocolo, passando por todas as mesas e tudo mais. Mas se divertiram pacas também de uma forma verdadeira e expansiva que há muito tempo eu não via em um evento desse tipo.
Quem me conhece sabe que adoro casamentos. Curto tudo! Mas o ritual da igreja é algo que ainda me incomoda. Além de não concordar com algumas posições do padre (mas respeito muito). Ao buscar o significado, descobri que o ato de o pai levar a filha até o noivo tem uma conotação de "estou entregando a minha propriedade". Coisa do passado que ainda se mantém. Claro que só euzinha para lembrar disso, né?
Outras tradições, comuns hoje, vieram de séculos atrás, como por exemplo, a lua de mel. Uma história conta que a lua de mel era, na idade média, um ato de sobrevivência do casamento com rapto, quando o marido mantinha a sua “esposa seqüestrada” escondida, para evitar que ela chamasse os parentes em seu auxílio. Lá eles permaneciam por uma fase da lua e bebiam uma espécie de vinho à base de mel para torná-los mais apaixonados.
Da mesma época vem a onda da noiva do lado esquerdo do noivo: se algum homem tentasse “roubar” a futura esposa do noivo, o rapaz a defenderia com a espada, usando o braço direito para o combate. Mas eu prefiro a que diz que quando a noiva fica no lado esquerdo, afasta o risco da infidelidade... rsrs
Eu, por exemplo, me casaria de vermelho, com véu e buquê de ervas e flores de laranjeiras. Entraria com o meu heroi pelo braço e chamaria todos os meus queridos para "pegar o buquê", que se desfaria no ar, espalhando a mistura em cima dos convidados.
Afinal, vermelho era uma das cores mais usadas no passado, véu é uma referência à deusa Vesta (da honestidade), que, na mitologia greco-romana, era a protetora do lar. As ervas proporcionam uma união segura e as flores de larajeira, uma família numerosa.
Divertido né? O site
casadinhos conta mais algumas curiosidades sobre o ritual.
Independentemente do tipo de casamento, se moderno ou tradicional, no papel ou não, na igreja ou na praia, sei lá; o que conta mesmo, é o que tem de sobra no casamento do Má e da Má: amor, respeito, confiança e amizade.
Felicidade aos recém-casados!!!
Um cheiro,
Zoe