quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Como se desprender do passado!


           (Vou abrir minhas asas e aprender como voar... Embora não seja fácil te dizer adeus.)


Tenho observado em muitas pessoas e situações que o passado e suas experiências agem diretamente nas nossas crenças e ações. É como se muitas de nossas vivências fossem moldadas pelos acontecimentos vividos e como se não pudéssemos fugir deles ou fazer diferentes escolhas! Mesmo sendo esclarecidos, mesmo tendo opções e oportunidades de escolhas diferentes, mesmo tendo acesso à educação e fatores distintos que podem nos ajudar a moldar nossas opiniões, há certa tendência à repetição do passado ou deixar que ele nos defina.


Viver a mesma história várias vezes, repetir os erros de nossos antepassados. E isso se aplica à nossa vida íntima, familiar e social! Nossas escolhas em relacionamentos, no trabalho ou na política.

Para fazer diferente temos que exercitar nossa mente para estar alerta no agora e no poder do agora. Há um autor chamado Eckhart Tolle (alemão) que escreveu dois livros que são o máximo “O Poder do Agora" e "The new Earth" (que não sei se já foi traduzido para o português.), que nos alerta exatamente sobre isso, sobre o perigo de deixar que nosso passado preconize nosso futuro e tenha o poder de agir sobre ele como um espelho, fazendo com que vivamos sempre a mesma experiência, como se nunca aprendêssemos a lição.

Acreditar, ou melhor, saber que não somos simplesmente vítimas, mas autores de nossas vidas, reconhecer que ela está acontecendo agora nesse exato momento é o começo para poder olhar nossas experiências passadas e poder dizer adeus! Escolher a felicidade e o aprimoramento pessoal, o positivo e o bem e principalmente fazer a coisa certa. Intimamente no âmago do nosso ser temos uma voz própria de sabedoria, apenas precisamos saber ouvir!

Bom recomeço a todos nós!

beijocas,

Mari

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A loba e o cordeirinho

(Por incrível que pareça, escrevi o texto antes de ver o post da Irma, "Diferença de idade no amor"!)


Em um raro momento de ócio, folheando uma revista, encontrei uma matéria sobre Louis Garrel, ator francês considerado o maior astro do país, que viverá um transsexual em seu próximo filme. Até aí, um bom desafio para o símbolo sexual da terra dos queijos e vinhos.

Mas, como ando meio desatualizada no mundo das celebrities, fiquei positivamente surpresa ao conhecer um pouco mais de sua vida pessoal.

Valeria e Louis
Garrel, de 27 anos, namora uma mulher de 45 anos...

Que inveja dessa mulher, meu deus!

Valeria Bruni-Tedeshi é irmã da primeira-dama francesa, Carla Bruni. Atriz, diretora, roteirista, já participou de mais de 70 filmes. Entre eles, A Rainha Margot, que adoro, e Um bom ano, que curto muito.

Ela é tudo de bom! Linda, inteligente, bem de vida.

Dezoito anos mais velha do que seu companheiro, eles moram juntos e adotaram uma garotinha africana (ok... está na moda no show bizz, fazer o quê?). E parece que o relacionamento vai muito bem, obrigada!

Como uma quarentona (e a vida toda com uma quedinha por homens mais jovens), adoro saber dessas histórias. A campeã, para mim, é Chiquinha Gonzaga, que, em 1800 e bolinha, desafiou toda a sociedade aristocrática não só por tocar piano na boemia carioca, ser mestiça e abolicionista, mas também por se apaixonar com um homem 36 anos mais novo do que ela... Delicioso, né?

Aos 40, as mulheres já estão mais estáveis na carreira e emocionalmente e, geralmente, sabem o que querem. As quarentonas, lobas ou não, continuam com seu espaço garantido principalmente entre os "cordeirinhos" (e apesar de os homens da mesma idade continuarem preferindo duas de vinte...). O site Terra nos conta o porquê.

"Existe uma troca produtiva numa relação deste tipo: ela quer jovialidade, aventura, companheirismo, emoções e desprendimento que uma pessoa de sua idade provavelmente não daria, e ele quer crescer, ser valorizado e protegido", afirma a matéria que ainda aponta os prós e contra desse tipo de relacionamento. Vejam:

1- Ela te escolheu como namorado, porque viu um potencial em você. MAS, atenção: existe uma possibilidade dela estar com você apenas porque morre de medo de se sentir velha.

2- Ela pode te ensinar muito, pois já sabe o caminho das pedras e tem uma vivência maior que a sua, MAS pode cair na tentação de querer controlar sua vida e lhe dizer tudo o que deve fazer ou não.

3- O papo vai ser mais profundo, com assuntos mais interessantes do que aqueles que você teria com uma menina mais nova e com certeza ela vai despertar seu intelecto, MAS ela pode se cansar de sua imaturidade e sua mania de falar que filme preto-e-branco é chato ou que Nietzsche parece som de espirro.

4- Ela vai lhe valorizar e ter orgulho de estar ao seu lado, porque você a faz se sentir mais gostosa, MAS ainda existe preconceito e muita gente vai achar que você só está com ela por causa do dinheiro.

5- Ela é mais liberada em termos de sexo, porque não tem os complexos e barreiras de uma menina mais nova e, com certeza, quer agradá-lo, MAS você não tem que encanar achando que ela é tarada, liberada demais ou algo assim. Freie sua cabeça de macho e aproveite.

6 - Ela é uma mulher pronta, que sabe o que quer e que poderá, além de dar muito carinho, cuidar de você e lhe ajudar em momentos mais obscuros, MAS ela pode se tornar uma segunda mãe e você corre o risco da namorada madura querer ajeitar sua camisa e seu cabelo em público, causando aquele momento embaraçoso.

7- Ela vai incentivar seus sonhos e te dar liberdade para alcançá-los, MAS pode não querer que você saia de perto dela, e a relação tende a ficar sufocante.

8- É bem provável que ela queira uma relação romântica, um namoro prolongado e que casamento ou a união dos trapos esteja fora de cogitação a curto e médio prazo, MAS isso pode vir contra o que você quer para seu futuro.

9- Ela tem autoconfiança, maturidade e aquele ar que de que sabe cada coisa que passa pela sua cabeça, MAS sempre vai morrer de ciúmes de ver você conversando com aquela gata de 20 e poucos anos, com medo de ser instantaneamente trocada.

10- Amar alguém mais velho pode ser uma experiência fascinante e, sim, pode dar certo, MAS depende dos dois terem certeza de suas escolhas e estrutura para sustentar a relação - até porque é muito provável que enfrentarão a resistência das famílias e de alguns amigos retrógrados.

Queridas e queridos, não sei se concordo com todos os pontos. O que realmente acredito é que qualquer tipo de amor e relacionamento pode dar certo... independente de todos os "MAS" possíveis... hehehe...

O que acham?

Um cheiro,
Zoe

Diferença de idade no amor



Meu marido tem 21 anos a mais do que eu. Quando o conheci, eu era menina de tudo, tinha 23 anos. Ele 44, idade de calibre de arma. Eu estava a procura de um emprego e ele a procura de um repórter. Uma amiga em comum falou super bem dele e me indicou. Liguei e achei a voz dele linda.

Na entrevista de emprego, vi que ele era mais velho e logo me desinteressei da voz. Eu disse me desinteressei? Bom, bastaram 2 segundos para eu mudar de ideia. Assim que ele sorriu, aquele sorriso gigante de siso a siso, eu vi que ele tinha algo a mais. Posso dizer que foi paixão ao primeiro sorriso. Ele, no entanto, não gostou da candidata e me dispensou.

Voltei a trabalhar no lugar um mês depois, contratada pelas mãos de outra editora. No meu primeiro dia de emprego, o senhor sorriso apareceu e me deu um abraço, como se me conhecesse há anos. Conversa vai, olhar vem, eu fui me interessando e o destino nos uniu logo depois, na porta de um cinema.

De lá pra cá, passaram-se 10 anos. Em 2003, nos casamos. A diferença de idade tamanha entre nós _ele tem a idade da minha mãe e um a menos que meu pai_ nunca foi empecilho para a gente. Nunca me senti filha dele e ele nunca se colocou como meu pai, como muitas pessoas pensaram. E os anos que passamos juntos mostraram que o esse amor é  verdadeiro.

Mas, claro, preconceitos sempre existem. Mas com o tempo, eles desaparecem e as pessoas em voltam passam a acreditar em você. Lembro que, já morando com ele, minha sogra mantinha na sala da casa dela um porta-retrato do meu marido com a ex-mulher dele. Toda vez que eu entrava na casa dela, era como um soco no estômago. Achava um desrespeito comigo. Mas não falava nada. Apesar daquilo me machucar, eu procurava me colocar no lugar daquela senhora de 80 anos e pensava: bom, no lugar dela, talvez, eu não gostasse de ver meu filho com uma menininha.

O tempo passou e o porta-retrato sumiu. Em 2008, depois de cinco anos morando juntos, oficializamos nosso casamento no papel e demos um festão para poucos e queridos amigos. Eu me casei de véu, flores no cabelo, vestido branco bordado. Tudo como sempre sonhei. E a foto que tirei com minha sogra e com meu marido naquele dia hoje está na mesma sala, onde antes estava o retrato dele com a ex.

Há pouco tempo, fui comer na casa da minha sogra e na saída do banheiro, que fica ao lado do quarto dela, pude ver uma outra foto minha com meu marido num porta-retrato ao lado da cama dela. Fiquei surpresa e emocionada.  As duas fotos explicam que fui aceita no coração dela. Depois de dez anos. Imediamente pensei que só o tempo é capaz de apagar  preconceitos e julgamentos. Afinal, o amor não escolhe raça, cor, muito menos idade. Disso eu sei.

Irma

domingo, 26 de setembro de 2010

O imperdível Parque do Ibirapuera nos apresenta a Bienal !






Ontem fui visitar a 29 a. Bienal. E adorei! Sou meio suspeita, pois me encanto facilmente e tenho muito respeito pelo processo criativo das pessoas. A Bienal está super visual e moderna. Tem muito vídeo, livros, as coisas doidas de sempre como montes de terra, um piano de calda cheio de cera derretida que se derrama no chão. Tem quadros interessantíssimos, muitos livros e performances de artistas, cantores, músicos. Muita arte falando da violência contra a mulher em vários países (o que achei muito legal!). Muitas cores fortes, os urubus... E um grupo de jovens músicos que desfilavam pelo lado esquerdo de quem entra na Bienal tocando "O Bolero" de Ravel. Muito bacana! Muita gente alternativa! Muitos estrangeiros e línguas sendo faladas e ouvidas. E por ser o primeiro dia, dei muita sorte, pois quando cheguei por volta das 10h da manhã, não peguei sequer fila. Havia também um quarteto de cordas tocando do lado direito e em volta esculturas de papelão que serviam também de sofás e cadeiras e as pessoas se sentavam para curtirem a música. Muita escultura bacana. Enfim um mar de arte e artistas e público! Adorei! Fui até entrevistada... hahahaha... Tudo um exagero, como nossa Sampa!








Aliás, o Parque do Ibirapuera está imperdível! Além da maravilhosa Bienal temos também o Festival de Jardins do MAM, a exposição CORPOS na Oca, no MAM a exposição Dengo de Ernesto Neto, e o Museu Afro-Brasileiro que conta com um acervo fantástico!




Ontem fiquei três horas caminhando pela Bienal! Não cheguei a ver o pessoal que protestou contra os urubus ou que pixou outras obras, enfim as pessoas se expressando! Como gosto desse tipo de programa! Mas gosto de fazê-lo sozinha! Tenho meu próprio tempo para a arte. Gosto de nesses momentos ficar com meus pensamentos tentando decifrar e internalizar o que está exposto. Muitas pessoas gostam de estar acompanhadas e dividir no momento, esses momentos. O importante é se deixar invadir pela arte seja sozinha ou acompanhada!

beijocas,

Mari.

Homens que nos levam às nuvens

Histórias românticas são sempre inspiradoras. Essa semana, um empresário de Ribeirão Preto (cidade no interior de São Paulo) pediu a namorada, uma publicitária, em casamento em um anúncio de jornal. Na manhã seguinte ao aniversário de cinco anos de namoro, o romântico noivo mostrou a ela o jornal com o texto em que a pedia em casamento. Após ela ler, surpresa, ele se ajoelhou, abriu uma caixa com a aliança e... ela aceitou.

O melhor da história é que a moça, tão romântica e criativa quanto ele (claro, ela é publicitária), o surpreendeu no dia seguinte. Ela publicou seu SIM em um anúncio no mesmo jornal, do mesmo tamanho escolhido por seu noivo. Ao ser perguntado se é romântico, o empresário se esquivou um pouco, mas disse que "se deve sempre demonstrar amor à pessoa amada". Ele não é tudo? Entra, com certeza, na alegoria homens que amamos!

Quem for cética quanto ao romantismo masculino, deve ler e gravar o que ouvi essa semana da dona de uma floricultura super badalada aqui em São Paulo (gente, ela já decorou até desfiles do Fashion Week). "Os homens são muito mais criteriosos na escolha dos buquês do que as mulheres. Eles vêm aqui e querem escolher as flores, detalhadamente, e trazem presentes, como joias, para entregar junto", disse. Segundo ela, no quesito flores, as mulheres são bem mais práticas. "As mulheres escolhem um buquê já pronto e não se importam muito com o tipo da flor". Não é curioso?

Eu tive a sorte de ter um namorado romântico, que na semana do meu aniversário mandava entregar flores dos mais diferentes nomes, cores e tamanhos de hora em hora. Eu adorava. Ele ainda fez serenata com direito a dois amigos tocando violão embaixo da janela de casa. No quesito "demonstrar amor à pessoa amada" ele leva nota 10. Meu marido chegou a me dar flores até no dia do Índio _tenho ascendência indígena e ele achou uma maneira linda de me homenagear com um arranjo que lembrava uma floresta. Nota mais que 10 no quesito romantismo com originalidade!



Mas uma das histórias mais românticas que eu já ouvi é a do aviador Saint-Exupéry _mais conhecido por ter escrito o livro "O Pequeno Príncipe". Exupéry conheceu sua mulher Consuelo, em Buenos Aires. Logo no primeiro dia em que a viu, em uma festa, ele a levou para as alturas literalmente, ao levá-la para "andar" em seu avião particular. Consuelo aceitou e o piloto de guerra fez ainda mais. Lá nas nuvens, ele lhe pediu um beijo, que foi prontamente negado por Consuelo. Exupéry não se deu por vencido e insistiu no pedido. Nada feito. Consuelo não estava mesmo afim. Até que ele desligou o motor do avião e disse a ela que sem beijo, o avião não seria ligado novamente. Nem preciso dizer que depois dessa cena ele fisgou Consuelo, que além do beijo, deu muito mais do que ele queria. Não é lindo? Só um homem espirituoso poderia escrever uma das frases mais repetidas do pequeno príncipe: "Tu és responsável por tudo aquilo que cativas".

Esse post é dedicado a todos os namorados, apaixonados e românticos homens que fazem a gente se sentir nas nuvens. Afinal, mesmo chovendo lá fora, é primavera.



Irma

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Tenho medo de nunca mais amar!

Esta é uma confissão bem dolorida. Mas é verdade. Eu não tenho medo de ficar sozinha, aliás, eu curto minha solitude numa boa e me considero uma pessoa feliz. Mas eu sei como é gostoso amar. E eu, como boa libriana que sou, com ascendente em peixes, valorizo demais o sentimento e o amor com parceria.


Nunca casei, mas tive vários e grandes amores. Amei muito, intensamente. Fui muito amada. Contudo não me casei nem tive filhos, coisas que pra mim eram importantes. Não que ainda não sejam, ou que sejam impossíveis, mas com certeza hoje é diferente. Posso ainda vir a me casar e ter uma relação de amor e ter filhos (adotados, pois não creio que ficaria ou mesmo encararia uma gravidez, tenho mais de 40!). Mas seria muito diferente. Uma coisa que era muito importante pra mim seria entrar na igreja, na minha cidade, no meu casamento, com meu pai, seria nossa experiência intrínseca, pois eu era sua única filha mulher, e ele se foi antes de vivermos o momento. E eu sempre tive esse sonho. Mas alguns sonhos são isso, sonhos!

Uma coisa interessante é que hoje não busco tanto mais! Não tenho mais ansiedade a respeito de encontrar alguém. E acho mesmo (podem rir... hahahaha...) que a pessoa que vier se vier, será um felizardo, porque eu sou bem legal! Mas tenho medo disso não acontecer e do felizardo se perder no meio do caminho. E eu não viver mais nenhuma história de amor.



O amor está em minha vida de outras formas, e eu o experiencio no meu cotidiano, com minha família, meus amigos, minha profissão, meus anseios e histórias e minhas experiências. Entretanto o amor erótico, apaixonado, de união, duo, se foi há muito tempo. E minha última experiência de amor foi muito dolorida além de maravilhosa. Eu dei o meu melhor, dei todo o meu amor... E não vingou! Não encontrou o respaldo necessário e se foi. Deixar ir foi outro processo. Dolorido também, muito meu! Dor de amor... hummm é só sua! Ninguém entende.

Porém espero que o universo conspire em meu favor e me traga um grande amor! Eu continuo mentalizando, continuo de certa forma acreditando!



Beijocas,



Mari.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Por que as relações não duram

Li uma matéria na Folha esta semana muito interessante sobre o lançamento do livro "Amar de Olhos Abertos", do psicólogo Jorge Bucay. O resumo do livro é que "as relações não duram porque a maioria não enxerga o outro como ele é". Achei isso muito verdadeiro e fiquei curiosa para ler.

Não se trata de namorar ou casar com o inimigo e, da noite para o dia, descobrir que você foi enganada. O buraco é mais embaixo. As relações não duram, mesmo com amor e sexo, quando um não percebe o outro e suas mudanças ao longo do tempo. Bucay diz que o "amor cego não aceita o outro verdadeiramente como ele é".

Isso quer dizer que, na fase do encantamento, muitas vezes podemos não enxergar, ou não querer enxergar os defeitos do outro e o resultado pode ser catastrófico com o passar dos anos. "É preciso ter amor, atração e confiança. Se faltar qualquer um desses elementos, os pilares caem. É preciso ter capacidade de trabalhar juntos, de rir das mesmas coisas e de ser sexualmente compatíveis, sentir o outro como um apoio nos momentos difíceis", diz Bucay.

A dica do psicólogo para uma relação duradoura é ter maturidade para "saber que a paixão acaba". Ele fala em amadurecer o amor e aprender a "compartilhar o silêncio e não um beijo, ver o parceiro na sua essência". Mas é preciso decidir o seu caminho antes de compartilhá-lo com outra pessoa. Do contrário, você corre o risco de ser levada para onde não quer ir.

E conclui que "não se deve procurar o sentido da vida no companheiro, mas em você mesmo". Ou seja, ame, mas se ame em primeiro lugar para poder ser amada. E procure entender o parceiro, sem querer mudá-lo completamente, mas, também, sem engolir muitos sapos. Complicado? Talvez, mas não é a invenção da roda. Não custa nada tentar, em nome do amor.

E na dúvida em saber quanto tempo uma relação pode durar, Bucay alerta: "as relações duram enquanto permitem que ambos cresçam. Um casal que não cresce, envelhece. E um casal que envelhece, morre".

Irma