quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Mulher é como um polvo

Essa foi a afirmação que ouvi de um amigo cubano. Ele já foi casado quatro vezes e em todas, se separou porque a mulher virou um polvo. Parece engraçado, né? Mas não é!

Explico: a teoria dele, muito boa aliás, é que a mulher faz de tudo para conquistar os homens. Inclusive baixar a cabeça e aceitar coisas que não curte. Depois de um tempo -dois anos para ele-, elas começam a mostrar os tentáculos, que acabam sufocando o homem e, portanto, enfraquecendo a relação, que não se sustenta com tanto disparate entre o que era e o que se tornou.

Um bom exemplo: as saídas com os amigos. No começo, a garota sai sempre com os amigos do rapaz. Com o tempo -e a certeza de que a relação está "amadurendo"- os tentáculos começam a aparecerem e a resposta sincera vem à tona: "Ah, mas eu nem gosto muito dele!" E daí, uma sequência de "hoje não", "deixa para amanhã", "vamos só nós dois", "mas de novo?" e outras frases típicas.

O pior é que ele afirma é que as mulheres nem percebem o quanto se modificam para agradar o parceiro. E depois, quando acham que a partida está ganha, se mostram ciumentas, segregadoras e limitadoras. Chato né? E também verdadeiro...

Eu não posso negar que já vi isso acontecer várias vezes (e vira-e-mexe vejo um novo espécime surgir na minha frente) e até já fiz algumas coisas meio que desse jeitinho polvo. Mas acredito muito que amadurecemos (de verdade) com nossas experiências e, com isso, conseguimos enxergar esse movimento. Ficamos mais seguras e buscamos relacionamentos verdadeiros. E se queremos algo verdadeiro, não podemos iniciar tudo abrindo a mão do que queremos e sentimos.

Para mim, relacionamento à dois não é uma união, é uma intersecção. Somos seres únicos que, juntos, compartilham grande parte da vida, mas continuam sendo indivíduos. Parece besteira mas não é. Manter a individualidade (com confiança e segurança) faz bem para o relacionamento -pelo menos eu acredito nisso! E parece simples de levar adiante, mas não é nada fácil.

O que acham?

Ah! Encontrei o livro de Içami Tiba, "Homem Cobra, Mulher Polvo", que trata da relação entre mulher e homem em seus diversos aspectos. Sinceramente não sou muito chegada à livros de autoajuda e não li esse, mas me parece interessante. Talvez mereça ser lido. Bem diferente da nossa Mulher Polvo, esses tentáculos estão mais ligados ao estilo multimídia de ser do que à necessidade de controlar o companheiro...

Melhor né? Tiba relata cenas do cotidiano no shopping, na praia, no restaurante, no banheiro, entre outros que exploram as diferenças entre homens e mulheres com um toque de bom-humor. E num é que achei também um blog da Mulherpolvo? Mas estilo Tiba de ser! Legal!

Um cheiro,
Zoe

P.S.: Ah! E esse lance de polvo serve para homem também, viram, meus senhores?!!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Javier Bardem e o pé na bunda

Li no fim de semana uma entrevista com o ator Javier Bardem, na qual ele conta que viveu uma experiência que mudou sua vida, aqui, no Brasil. Ele tinha 19 anos e tinha marcado uma viagem para o Rio com sua namorada. Na véspera da viagem, ela deu um baita de um fora nele. Desconsolado, ele veio ao Brasil mesmo assim.

O galã espanhol conta que ficou muito deprimido e ficava sozinho, jogado na areia da praia. Em sua solidão, ele teve crises de ansiedade e pensou que ia morrer tamanho o sofrimento pelo pé na bunda. "Numa das crises, a sensação era tão forte que eu fiquei aterrado. Achei que ia morrer longe de casa. Todo garoto tem seu momento de virar homem. Aquele foi o meu. Percebi que tinha de reagir, retomar minha vida, e foi o que fiz". Profundo e muito, muito verdadeiro.

Pode atirar a primeira pedra quem não sofreu por amor, como diria o samba de Ataulfo Alves. A sensação de tomar um fora é pra lá de péssima. Parece que a gente vai morrer literalmente. Como Javier, quando tomei um fora, tive crises de ansiedade, falta de ar, dor no peito e choro, muito choro. Perder tem sempre um sabor amargo.

A vida da gente  para por um tempo, fica difícil sair da cama, manter a rotina. Se concentrar no trabalho, então, é um baita sacrifício. O melhor a fazer é tomar chá de paciência e contar com o apoio  dos amigos.
O fim de um relacionamento é uma reviravolta na vida de qualquer um. Mesmo quando a decisão for  acertada, nos casos em que terminar é bom para os dois, seguir adiante é seguir com dor. E, claro, quanto maior o tempo do relacionamento, pior a dor na caminhada. O conforto é que, assim como felicidade tem fim, tristeza também tem fim (agora ao contrário do que diz o samba de Vinicius de Moraes). Alternamos momentos de alegria e de tristeza. E, no fim das contas, sofrer nos torna mais maduros.

O pé na bunda nos obriga a agir de alguma forma em nome da própria existência. Para sobreviver, com a auto-estima lá no pé, é preciso se amar muito. O importante é respeitar o tempo de cada um. Tem gente que precisa se recolher, outros que precisam extravasar. Não há uma receita. Cada um deve olhar para dentro e buscar as respostas. A solidão traz auto-conhecimento e, por vezes, é necessária na busca de uma nova companhia. Mas para que um novo amor venha de fato, é preciso fechar os ciclos, terminar as coisas.
E pra fechar com música, chama o Raul: "tenha fé em Deus, tenha fé na Vida, tente outra vez".

Irma

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fiz porque cabia dentro de mim!

Adorei a frase e anotei na hora! Final de semana passado fui pra minha terra Natal, Mogi Mirim, votar! Ok, eu sei, preciso transferir o título e prometo que vou antes das próximas eleições municipais! Como sempre faço fui visitar minhas tias velhinhas, as irmãs do meu pai que eu adoro! Sabe aquelas tias que olham pra você sorrindo e que você tem certeza que te amam, pois é, minhas tias Eneida (88 anos) e Nenzinha (86!) são assim, eu tenho absoluta certeza que elas me adoram! E é ótimo pro meu ego! E nos divertimos muito, elas me ensinaram a cozinhar muitos pratos, são alquimistas na cozinha, são mulheres fortes e admiráveis e aprendi com seus exemplos e tenho certeza que por isso mesmo não preciso repetir algumas histórias delas que são tão, tão tristes! Elas me contam histórias, elas me ouvem, nós discutimos, elas me contam mais histórias e nós rimos muito! Minha família tem o riso na boca e isso pra mim é DEMAIS!

Então minha tia Nenzinha estava comentando sobre seu ex-marido, a história é meio complicada! Ela se casou bem jovem, ele era viúvo e tinha um filho pequeno. Ela se tornou madrasta! (hahahaha... mas não foi como nos contos de fada! Vocês entenderão mais tarde.). Ela disse que ele era lindo! E tudo o que ela queria era se casar e sair da casa de seus pais. Já apanhou na lua de mel, e pensou em fugir! Mas não teve coragem de levar aquela vergonha pra seus pais que a avisaram muito pra não se casar com aquele homem!

Tenho vontade de chorar toda vez que penso nessa história! Ele era um homem muito mau! Com todos. Eles tiveram três filhos e ele foi um péssimo pai. Um péssimo marido. Um péssimo tio! Era um vagabundo! Minha tia se matava de trabalhar e ele ficava sentado na padaria! Às vezes fico pensando o que o levava a ser tão ruim! A maldade é muito difícil de entender. Numa outra vez que ele bateu na minha tia, ele batia nela com certa frequência, ela procurou meu pai, seu irmão mais novo e disse que se separaria, pois não aguentava mais aquela situação e meu pai naquele momento fez o melhor que pôde, foi conversar com meu tio e disse que se ele encostasse a mão na minha tia mais uma vez "ele iria entrar pelo mesmo buraco que ele saiu!" (minha tia repete essa frase e ri... ela naquele momento achou o máximo!). Meu tio nunca mais bateu na minha tia depois disso, mas não parou de fazer coisas horríveis e ser um homem mau! Depois de alguns anos ele a abandonou e ela ficou arrasada! Vocês acreditam? Ela tinha se acostumado à violência, pois apesar da física ter parado ele a violentava psicologicamente diariamente! Ela não queria carregar o estigma de ser uma mulher separada! De que seu casamento falhou e não deu certo! Mas ele a largou assim mesmo, foi embora com metade do dinheiro que eles tinham, e foi viver a vida! Ela ficou muito triste! Com a auto-estima mais abalada ainda, se sentindo uma mulher feia e largada! Ela que era LINDA, morena de olhos verdes, peituda, corpão! Enfim! Como ela sofreu!

Muitos anos depois, quando o dinheiro dele tinha acabado e ele estava com Mal de Parkinson e entrevado numa cama, o que vocês acham que aconteceu? Minha prima a filha deles pediu a minha tia que cuidasse dele, pelo amor de Deus! E minha tia assim o fez! E ela me diz que não se arrepende! Que fez por caridade!

Que fez porque Deus lhe deu forças, porque ela era melhor e provou isso pra ele e pra todo mundo, mas fala isso sem empáfia ou orgulho, fala muito naturalmente e termina dizendo: FIZ, PORQUE CABIA DENTRO DE MIM!

Antes de a ouvir dizer isso neste final de semana sempre pensei na situação achando que ela tinha sido uma "trouxa", Amélia, vítima, coitada... Hoje penso bem diferente! Minha tia é o máximo! E continua linda! Continua rindo! Tem lembranças boas apesar de ter sofrido muito na vida! Ela se superou, e não se violentou para ajudá-lo no final da vida dele, pois ela é maior que tudo isso, porque na verdade, ela fez porque cabia dentro dela!







Tia Nenzinha, eu te amo muito!

Beijocas,

Mari (Nana, pois é assim que ela me chama!)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Novidades do coração

Eu tenho um grande amigo. E adoro o cara exatamente como ele é: totalmente confuso com questões do coração, atrapalhado em seus romances de folhetim e também por vezes, um pouco ausente, dedicado ao desejo intenso de ser feliz. Mas tão buonna gente!

Vira e mexe vamos ao Veloso. E entre uma coxinha e um chopp, batemos longos papos. Ele, sempre desejando entender os próprios passos e querendo ouvir e ouvir... A última dele é pra lá de tragicômica.

Brilho nos olhos = Amor?
Havia dois anos (ou mais?) que ele estava namorando uma garota muito legal. Ela chegou a se mudar para a casa dele, depois voltou a morar sozinha. E o namoro continuou. Mas a coisa, que já não estava caminhando bem por parte dele, piorou.

O rapaz continuava lá, do ladinho, sendo um querido namorado, porém, com a cabeça em qualquer outro lugar, menos no namoro. As saídas com os amigos também se intensificaram, assim como as nossas saídas e os pensamentos mais difusos, digamos, sobre o namoro.

Certo dia desmancharam. Depois de muita conversa e desencontros, voltaram. E assim ficaram por mais um bom tempo.

Durante esse período, conversamos algumas poucas vezes. Ele não gostava daquela situação. E eu disse que há tempos não via o olho dele brilhar de verdade por uma mulher...

O rapaz levou aquela informação para casa e foi muito legal o que aconteceu: dias depois, recebi um email com a seguinte mensagem: "Tudo acabado. Estou triste, mas quero ter aquele brilho no olhar de novo."

Para mim, essa novidade do coração foi muito legal! Ele conseguiu ser honesto com ele mesmo, deixou a namorada dele ir - afinal, ela estava presa a um relacionamento furado! Super sacanagem, né? -, e está buscando, com calma, sem desespero ou necessidade de "estar com alguém", um relacionamento legal.

Como é difícil para tantos homens e mulheres se libertarem de um relacionamento falido né? Se um namoro já é complicado, imaginem uma relação de muitos anos, com filhos? Deve ser uma doideira... E já falamos muito sobre isso!

Eu fico feliz com mais esse passo. Parece pouco, mas esse desapego vai abrir novos caminhos para ele e para ela também! Felicidades aos desnamorados! E muito amor!

Um cheiro,
Zoe

Mulheres que controlam homens


Eu entendo, embora não aprove, o gosto de certos homens por mulheres dominadoras, dessas que controlam e mandam na relação. Mas acho constragedor, pra não dizer lamentável, quando uma mulher fala alto, às vezes chega até a gritar, com um homem na frente dos outros. Fico pensando o que leva um homem (ou uma mulher na situação inversa) aceitar esse tipo de cena.

No meu antigo emprego, vi uma cena que me marcou muito. Um colega era casado com outra colega muito, muito mandona. Ela o controlava tanto, que ele evitava almoçar com outras colegas, inclusive comigo, que era chefe dele. Quando uma menina sentava perto dele para conversar de coisas do trabalho, a mulher ligava o alerta da paranoia e ligava no ramal dele. Eu ficava com comichão para não interferir. Minha vontade era de dizer "cara, ou vc muda essa situação, ou essa relação uma hora vai explodir". Mas claro que eu me contive.

Um dia, em pleno aniversário dele, ele saiu mais cedo porque estava doente com muita dor de garganta. Um outro colega nosso, que havia se esquecido de dar parabéns ao "Senhor controlado", resolveu ligar para o aniversariante. Vocês acreditam que a "Senhora mandona" atendeu o celular do marido e disse assim "Ele está sem voz e não vai falar com você"!!!!! Gente, isso mesmo, ela impediu o marido de atender o telefone para receber um "singelo parabéns". É demais! A empresa inteira soube dessa cena e, por onde ele passava, as pessoas cantavam baixinho atrás "Tá tudo dominado, tá tudo dominado".

Nós, mulheres, demoramos tanto para conquistar alguns direitos e algumas de nós fazem questão de repetir erros dos homens que tanto assombraram nossas antepassadas: o controle na relação. Quantos homens, no passado, fizeram o que bem entenderam com suas companheiras porque sabiam que elas dependiam dele financeiramente e nada fariam para mudar a condição de subjugadas? Minha avó, por exemplo, tentou se separar do meu avô (que bebia e enfernizava a vida dela), mas foi obrigada a voltar para casa porque ele exercia o controle financeiro da vida dela. Isso aconteceu em vários e vários lares.

Por isso, quando vejo uma mulher maltratando um homem em público, controlando a relação à base do medo, penso que esse é um caminho muito errado. E, se o controle e a dominação são um material excitante para o macho (afinal, tem casal que a dinâmica do sexo está baseada no controle mesmo), penso que isso poderia ficar restrito a quatro paredes. Se seu marido se excita a cada vez que você grita com ele, por favor, poupe outras mulheres e outros homens dessa cena lamentável.

Irma

ps. Gente, como eu queria que esse colega lesse esse post!!!!

sábado, 2 de outubro de 2010

E o que vocês me dizem do ciúmes????

O ciúme é muito discutido e muito falado e com certeza de uma forma ou de outra presente na vida de todos nós.
O ciúme, em princípio, é um sentimento tão natural ao ser humano como o tédio e a raiva. Nós sempre vivenciamos este sentimento em algum momento da vida, diferem apenas suas razões e as emoções que sentimos.

O ciúme está intimamente relacionado à inveja. A diferença é que a inveja não envolve o sentimento de perda presente no ciúme. Mas ambas são um misto de desconforto e raiva e atormentam aquele que cobiça algo que outra pessoa tem.

Quanto mais baixa for a auto-estima, mais propensa está a pessoa de sofrer com um dos dois sentimentos. Ciúme e inveja desviam o foco de quem os sentem, pois este pára de cuidar da própria vida, tão preocupado que fica com a vida de outra pessoa. Por outro lado, se enfrentados, podem levar a atitudes positivas como melhorar a aparência, desenvolver novas habilidades e trabalhar a auto-estima.


Mas hoje nosso foco será no ciúmes relacionado ao amor! Quem nunca sentiu um ciuminho que atire a primeira pedra!  Pra mim é mesmo um misto de dor de cotovelo, com inveja e um forte sentimento de perda. E haja auto-estima! Uma vez eu joguei um copo de whiskey na cara de um cara que eu saía (gente eu não era nem namorada... hahahaha...), foi uma cena super "novelesca"... eu era muito nova, muito louca, e achava que o amava, quando na verdade era minha auto-estima que tinha se esvaído ralo abaixo!  Ele era o maior "tranca" e eu a maior "trouxa"! Isso foi lá no interior, lá nos anos 80, eu tinha 18 anos... foi meu primeiro... e saía com outras 6... Gente olha só que bosta!!!!  Mas os anos se passaram e eu jamais faria uma cena dessas de novo, mas também jamais ficaria com um homem como aquele!

Que bom que mudei!!!!

Agora tem um ciúmes que é bonitinho, quando a pessoa te mostra que precisa de você e que te ama.  Quando você ama e transa com mais intensidade pois não quer perder esse amor! Quando mesmo com medo, você torce muito pra tudo dar certo pra ele ou ela. Quando sua insegurança te faz ser imaginativo e esquenta e revive o amor. Esse é o ciúme "do bem". Te puxa pra cima e faz você ser mais criativa e imaginativa, faz você querer ser uma pessoa melhor! (Vi esta frase no filme "Melhor Impossível", Jack diz: "Você me faz querer ser um homem melhor"... uau!)

Então vamos combinar, este é o único ciúmes que vamos sentir, ok? Aquele que te destroi, faz você se perder de si mesma, aflora o seu pior, te torna insegura e fraca não é pra gente não! Este tipo tira toda admiração que você pode despertar... e cá entre nós, depertar admiração... é o máximo!

beijocas,

Mari

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Manual da mulher paranoica. Heim?!

Cá estou eu dando uma geral nos jornais quando dou de frente com uma matéria do Jornal da Tarde sobre o livro "Ele é meu - Como segurar seu homem e livrar-se da concorrência", das norte-americanas Marie e Marlene Browne, mãe e filha, psicoterapeuta e advogada de família, respectivamente.

Surreal! Vocês têm que ler! Entre as pérolas, o livro traz conselhos como "mesmo sendo uma esposa infeliz, pode ser recompensadora a possibilidade de permanecer casada em função dos filhos". Recompensador para quem, cara-pálida?

Também ensina como identificar possíveis rivais, entender a personalidade delas e ainda orientam as leitoras a colocar em prática a estratégia mais eficaz para lidar com os diferentes tipos de ameaças que rondam os homens comprometidos.

E mais: apresenta o Efeito Coolideg, que diz que qualquer tipo de macho (viram senhores?) perde o interesse pela fêmea depois de copular várias vezes com ela, só recuperando o desejo de fazer sexo quando aparece uma novata na parada!

Ah... Então TODOS OS HOMENS SÃO INFIEIS! Que do-i-dei-ra... :o)

Cena final, quando tudo dá certo! Ai, ai...
É a mesma teoria da vaca, apresentada com profundidade (ahã) no filme Alguém como você, com o delicioso Hugh Jackman e a linda Ashley Judd. No filme, ela desenvolve essa teoria depois de levar um grande pézinho. Mas, a vida dá uma reviravolta e o companheiro "tarado" de trabalho acaba indo dividir a casa com ela... Nem preciso dizer que dei muita risada e que o final é o que todos desejam, né?!

Dei quase o mesmo tanto de risada ao ler toda a matéria do JT! A jornalista, Bianca Balsi, bárbara, tira um sarrinho educado da entrevistada, a filha e advogada Marlene, de 48 anos.

Entre suas perguntas: O mercado amoroso está mais complicado por causa da liberação feminina?

E a resposta, ótima: "Com certeza. Agora, mais de 50% do mercado de trabalho é ocupado por mulheres, o que quer dizer que há 50% menos homens disponíveis no mercado" - Num entendi muito essa afirmação... Morreu 50% dos homens do mundo e ninguém me avisou?

E continua: "As mulheres estão muito certas do que querem e como querem, e se isso for seu marido, aí temos um problema." Como se trocar de marido/mulher fosse exclusividade do século XX!!!

Não discordo que a oferta está grande e a competição também, mas perseguição e controle desse tanto num dá né? Ou existe confiança e diálogo, ou nem vale a pena começar nada!

Vejam as dicas das autoras:


O que vocês acham de tudo isso?

Um cheiro,
Zoe

P.S. Nos EUA, o livro vendeu apenas 3 mil exemplares... Imaginem o quanto irá vender aqui! E se quiserem a matéria (21/9/2010, 6D), é só pedir que eu mando ok? Não consegui atachar e o site do JT é fechado!