sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Feliz dia do Professor!
Eu sou professora! E gosto muito da minha profissão.
É muito difícil, pois não é uma profissão muito valorizada ou mesmo considerada, apesar de sua enorme importância ser até reconhecida.
Atualmente são tão diversas e heterogênias as situações referentes à educação que fica difícil opinar.
Mas numa coisa todos concordam: a Educação Pública está muito ruim e deixa muito a desejar.
Seria isto culpa de alguém? Dos professores? Dos alunos? Dos pais dos alunos? Do governo e governantes? Do descaso? Da solução fácil?
Talvez infelizmente todas as alternativas acima.
Atualmente não trabalho mais em sala de aula, mas fui professora do Estado de São Paulo por cinco anos, de 1985 a 1989. Era concursada, com cadeira! Naquela época depois de fazer uma greve por 70 dias no governo Quércia, resolvi que teria que mudar de profissão. Não estava mais feliz. Não conseguia executar meu trabalho com satisfação e então mudei totalmente minha vida. Fui embora do Brasil, pedi exoneração do meu cargo e cadeira e morei nos Estados Unidos por cinco anos, apesar de ter voltado uma vez e ficado um ano aqui no Brasil. Foi uma época de muita indecisão pra mim! Mas voltei e estou muito, mas muito feliz mesmo aqui no Brasil e não pretendo morar em nenhum outro país! Agora só passear! Quero construir alguma coisa aqui no meu país, junto com os meus conterrâneos!
Mas nunca consegui tirar a "professora" do meu sangue! Sou professora de inglês atualmente. Professora particular e trabalho geralmente com adultos profissionais. Adoro!
No momento estou desenvolvendo um projeto de trabalho "voluntário" para trabalhar com professores e alunos, da rede pública principalmente, no tema MOTIVAÇÃO! Meu objetivo é começar a apresentar esse workshop que estou desenvolvendo a partir do ano que vem.
Por isso falo tanto sobre EDUCAÇÃO aqui no nosso blog! Por isso prezo tanto e digo incessantemente que só alcançaremos mudanças concretas e objetivas através das mudanças que vêm com a educação!
Parabéns a todos os professores sejam eles formais, ou pessoas que se dedicam a ensinar, criar, buscar melhoras e progresso, pessoas que acreditam e que buscam aprimoramento e mudanças positivas!
E se você é professor por "acaso", ou porque não tinha outra profissão, ou porque era mais fácil, ou porque não sabia o que fazer, mude! Tenha a coragem de ir buscar-se a si mesmo e deixar a Educação para aqueles que realmente querem EDUCAR e melhorar a educação!
A educação vale à pena, principalmente quando a alma não é pequena! E quando fazemos o que amamos nossa alma engrandece e fica imensa!
Beijocas,
Mari
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Igualdade entre os sexos cada dia mais longe!!!
"De acordo com o Fórum Econômico Mundial o Brasil caiu da 67a. colocação em 2006 para 85a. colocação em 2010 entre os 134 países estudados. Os principais problemas para o Brasil estão na economia já que a renda da mulher chega a ser 60% menor que a do homem para executar o mesmo trabalho, o que chega a ser uma das piores do mundo, pois ficou em 123a. lugar e tem caído constantemente nos últimos três anos! Outro problema é a participação política das mulheres em relação aos homens (mesmo tendo duas candidatas a presidente!!!)."
Fiquei mesmo muito triste quando li esta notícia hoje. Saber que estamos regredindo é mesmo muito triste. E creio que só melhoraremos efetivamente quando as mães e pais começarem a criar seus filhos igualmente, sejam eles homens ou mulheres. Quando nós mulheres tivermos menos preconceitos e criarmos nossos filhos e filhas sem eles, com o apoio, é claro, dos homens. Quando nós mulheres pararmos de criticarmos umas às outras, nos responsabilizando por tudo que existe de errado conosco, e soubermos ter um olhar mais social, pensando e estabelecendo soluções, ao invés de nos concentrarmos nas críticas.
O problema maior é estarmos regredindo! É mesmo muito ruim. Acho que é também um sinal de uma tentativa de perpetuar-se a ignorância. Temos que mudar o olhar. Temos que mudar os exemplos. Temos que pensar mais e nos questionar mais antes de assumirmos que está tudo bem e melhorando.
Temos que pensar o que fazemos individualmente para diminuir, amenizar ou acabar com este tipo de preconceito que perpetua o estado da mulher como inferior. Temos que demandar mais atenção e mais respeito. Temos que exigir mais direitos e mais mudanças. Temos que investir na educação das nossas meninas e meninos pra que o mundo e o Brasil principalmente saibam vê-los e tratá-los com igualdade.
E só podemos ver mudanças assim na sociedade quando começamos em nossa casa.
Pense no que você pode fazer pra mudar essa disparidade em sua própria casa, seja sozinha ou acompanhada de seu companheiro. Vale muito mais a pena quando as pessoas andam juntas para o sucesso, o alcance e as vantagens são sempre maiores na união!
Beijocas,
Mari
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Comportamento,
preconceito
Força e oração
Pessoas queridas,
Logo mais, às 7h, estarei levando minha mãe para ser internada no hospital. Como já disse aqui, ela fará uma cirurgia complicada na região do intestino. Conto com a força e oração de vocês para que tudo dê mais do que certo. Mamis é jovem, bonitona, cheia de vida e com muita força e vontade de viver. Tenho certeza de que logo mais estará de volta ao batente. Ficarei fora do ar por alguns dias.
Volto com notícias boas, em breve, tenho certeza.
Beijos
Irma
Logo mais, às 7h, estarei levando minha mãe para ser internada no hospital. Como já disse aqui, ela fará uma cirurgia complicada na região do intestino. Conto com a força e oração de vocês para que tudo dê mais do que certo. Mamis é jovem, bonitona, cheia de vida e com muita força e vontade de viver. Tenho certeza de que logo mais estará de volta ao batente. Ficarei fora do ar por alguns dias.
Volto com notícias boas, em breve, tenho certeza.
Beijos
Irma
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Simplicidade versus Amor
Quando vi que o Rush estaria no Brasil, lembrei de uma história maluca que até hoje não sei o final.
Há tempos, na primeira vez que o Rush esteve aqui, minha irmã me azucrinou para irmos ao show. Meio à contragosto, eu fui. E lá encontrei um conhecido da faculdade. Não sei como nos reconhecemos. Ele era de outro curso, acho que até de uma turma a mais que a minha, e já fazia um bom tempo que a formatura tinha acontecido... Mas vamos lá!
Acabamos ficando todos no mesmo lugar (ele estava com um amigo). E depois trocamos telefones e começamos a sair - como amigos, ok?!!
Com isso, acabei conhecendo mesmo o rapaz. Ele já estava na casa dos trinta, era gerente em uma multinacional, já havia comprado seu apê e tudo mais. Vida feita. E quase perfeita.
O seu dilema era a namorada. Ele era apaixonado por uma garota e fazia anos que estavam juntos. Mas ele tinha desmanchado o enlace. Por quê? Porque ela era uma pessoa muito simples e não conseguia acompanhá-lo na vida "social/profissional".
Gente, fiquei passada!!!
Na época, mais ainda! Sempre fui chegada a homens mais novos (portanto, com certa diferença na vida profissional e financeira) e nunca prestei atenção no quesito "simplicidade". Mas acredito de verdade que as pessoas evoluem e que sempre estamos aprendendo. Então, não conseguia entender esse lance de ser impossível ela acompanhá-lo... Todo mundo pode aprender coisas novas, não é? Eu aprendo todos os dias!!!
Hoje, o entendo um pouco mais. A vida corporativa realmente cobra algumas posturas esquisitas. E às vezes sambamos um pouco (eu, ruiva de cabelos curtos e solteira aos 40, sei bem como é...). É complicado e a pressão é grande.
Mas não justifica trocar um amor por uma imagem corporativa! Vi a foto da menina. Ela era bonita, tinha um jeito simpático e um sorriso largo. Ela não parecia uma estúpida...
Enfim, saímos algumas vezes e em todas ele estava muito chateado e sempre bebia demais (o cara era diabético - muito deprê pro meu gosto fazer algo que você sabe que num é bom para a sua doença. Meio suicida, sabe? Tô fora...). Os amigos que conheci também não se conformavam com a "solução" dele...
Depois de um tempo, ele sumiu.
E hoje lembrei da história e fiquei pensando no que pode ter acontecido. Espero que somente o melhor. E como sou romântica, que o melhor tenha sido ele ter reconhecido o preconceito idiota dele e ter pedido desculpas para a menina, que, claro, aceitou e percebeu que poderia aprender ainda mais coisas novas e boas.
E foram felizes para sempre!!!
Que tal?
Um cheiro,
Zoe
Há tempos, na primeira vez que o Rush esteve aqui, minha irmã me azucrinou para irmos ao show. Meio à contragosto, eu fui. E lá encontrei um conhecido da faculdade. Não sei como nos reconhecemos. Ele era de outro curso, acho que até de uma turma a mais que a minha, e já fazia um bom tempo que a formatura tinha acontecido... Mas vamos lá!
Acabamos ficando todos no mesmo lugar (ele estava com um amigo). E depois trocamos telefones e começamos a sair - como amigos, ok?!!
Com isso, acabei conhecendo mesmo o rapaz. Ele já estava na casa dos trinta, era gerente em uma multinacional, já havia comprado seu apê e tudo mais. Vida feita. E quase perfeita.
O seu dilema era a namorada. Ele era apaixonado por uma garota e fazia anos que estavam juntos. Mas ele tinha desmanchado o enlace. Por quê? Porque ela era uma pessoa muito simples e não conseguia acompanhá-lo na vida "social/profissional".
Gente, fiquei passada!!!
Na época, mais ainda! Sempre fui chegada a homens mais novos (portanto, com certa diferença na vida profissional e financeira) e nunca prestei atenção no quesito "simplicidade". Mas acredito de verdade que as pessoas evoluem e que sempre estamos aprendendo. Então, não conseguia entender esse lance de ser impossível ela acompanhá-lo... Todo mundo pode aprender coisas novas, não é? Eu aprendo todos os dias!!!
Hoje, o entendo um pouco mais. A vida corporativa realmente cobra algumas posturas esquisitas. E às vezes sambamos um pouco (eu, ruiva de cabelos curtos e solteira aos 40, sei bem como é...). É complicado e a pressão é grande.
Mas não justifica trocar um amor por uma imagem corporativa! Vi a foto da menina. Ela era bonita, tinha um jeito simpático e um sorriso largo. Ela não parecia uma estúpida...
Enfim, saímos algumas vezes e em todas ele estava muito chateado e sempre bebia demais (o cara era diabético - muito deprê pro meu gosto fazer algo que você sabe que num é bom para a sua doença. Meio suicida, sabe? Tô fora...). Os amigos que conheci também não se conformavam com a "solução" dele...
Depois de um tempo, ele sumiu.
E hoje lembrei da história e fiquei pensando no que pode ter acontecido. Espero que somente o melhor. E como sou romântica, que o melhor tenha sido ele ter reconhecido o preconceito idiota dele e ter pedido desculpas para a menina, que, claro, aceitou e percebeu que poderia aprender ainda mais coisas novas e boas.
E foram felizes para sempre!!!
Que tal?
Um cheiro,
Zoe
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Comportamento,
Comportamento; Vida,
Relacionamento
A grande armadilha da expectativa!
Sim agora mesmo em um momento "Johnny" pensando em amizades e como nos relacionamos com nossos amigos comecei a me dar conta de que tenho expectativas em relação a eles e de como estou e sou errada em fazer isso. Quando projeto minhas coerências e minhas experiências em meus amigos automaticamente acabo tendo expectativas em relação a eles e como agem ou comportam-se em ralação a mim em suas vidas e a eles próprios e suas experiências.
E de repente, foi como se uma bacia de água gelada caísse na minha cabeça, pois lá estava eu pensando que tenho minha individualidade e que deveria ser respeitada por isso e não ter que agir de determinada forma.
Daí me dei conta de que estava esperando uma atitude pré-determinada de meus amigos e não os aceitando como são. É realmente uma armadilha, como o é sempre a expectativa. Seja ela em relação à sua vida profissional, amorosa, familiar ou social. Então como exigir respeito à sua própria individualidade e escolhas das pessoas em sua volta e ao mesmo tempo respeitar a individualidade e escolhas delas????
Sinceramente achei isso um quebra-cabeça! Fiquei pensando e pensando e acho que talvez seja saber a dosagem certa. E isso é mesmo muito complicado e difícil! E lembrar-se sempre porque aquela pessoa está incluída no seu círculo profissional, amoroso, familiar ou social. E fazer tudo isso com muito amor no coração, principalmente por você mesma e ir tentando aprender! Dosando, sempre dosando na procura do equilíbrio.
Beijocas,
Mari
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amizade,
Comportamento
domingo, 10 de outubro de 2010
Dia 10/10/10

Programei esse post para entrar às 10h de hoje, dia 10/10/10. É que li uma matéria no jornal Agora (o mais vendido em bancas aqui em São Paulo) sobre a importância do dia de hoje. A data, segundo numerólogos, significa TRANSFORMAÇÃO. O dia é bom para pensar em novos objetivos porque o número 10 tem a ver com grandes viradas na vida.
"No creo en las brujas, pero que las hay las hay". Sou daquelas que lê diariamente o horóscopo e acredito na numerologia. Assino o meu nome de modo que forme 13 letras porque ouvi que isso dá sorte (podem rir!). E nas noites de Santo Antonio, do dia 12 para o 13 de junho, é tradição lá na casa da minha mãe fazer simpatias mesmo para quem já é casada, haha (Mari, lembra da simpatia dos pauzinhos?). Diante de todo esse meu currículo, li com muita atenção essa matéria sobre a data de hoje.
Segundo astrólogos, cada data com repetição numérica, como hoje, traz mais energia. E eu não vou recusar energia! Gente, tô precisando. Então, hoje, domingão, 10/10/10, quem quiser pode seguir a recomendação dos astrólogos de plantão pra atrair boas coisas:
1- Falar menos e refletir mais
2- Meditar (essa é impossível pra mim)
3- Listar seus objetivos
4- Dormir e comer bem
Depois me contem se algo mudou.
Um domingão mais do que 10 pra todos nós!
Irma
sábado, 9 de outubro de 2010
A importância do descanso!
Às vezes sinto que tudo que precisamos é de um descanso!
Dar um tempo. Sentar e esperar um pouco. Parar de pensar, racionalizar, tentar resolver ou achar as soluções.
Simplesmente parar. Entrar um pouco pra dentro. Deitar no sofá sozinha, com a televisão desligada e só ficar ali por algumas horas junto com o nada.
Quando tem um feriado assim e fico em Sampa, aproveito pra fazer um pouco isso. Só ser. Não fazer nada.
Muitas vezes o pensamento percorre caminhos inimagináveis, memórias quase esquecidas, soluções por tanto tempo perseguidas, lembranças de pessoas, músicas e poemas.
Arrume pra você um tempinho neste feriado e simplesmente SEJA. Entre um pouco pra dentro. Fique um pouco sozinha(o) com você mesma(o). Descanse de tudo e de todos, pelo menos por alguns momentos e depois me cotem como se sentiram. Eu aposto numa introspecção sadia e frutífera!
Bom feriado e bom descanso!
Beijocas,
Mari
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